Operação Xeque-Mate

Xeque-Mate: Polícia Federal realiza buscas em casa e escritório de Roberto Santiago

Ação tem com objetivo de desarticular a vertente financeira da organização criminosa que foi objeto de medidas judiciais na primeira e segunda fases da operação.

Publicado em 22/03/2019 06:19 Atualizado em 18/11/2020 22:49
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Por Redação Portal T5
Xeque-Mate: Polícia Federal realiza buscas em casa e escritório de Roberto Santiago

Roberto Santiago é um dos empresários mais conhecidos de João Pessoa
Roberto Santiago é um dos empresários mais conhecidos de João Pessoa Foto: Reprodução/Internet

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Polícia Federal (PF) na Paraíba e o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, deflagraram na manhã desta

sexta-feira (22), a terceira fase da Operação Xeque-Mate. Ação tem com

objetivo de desarticular a vertente financeira da organização

criminosa que foi objeto de medidas judiciais na primeira e segunda

fases da operação.

Com o auxílio da Controladoria Geral da União, agentes da PF cumprem medidas de busca e apreensão e prisão preventiva. Entre os endereços listados para o cumprimento dos mandados estão a casa e o escritório do empresário Roberto Santiago, localizada no bairro do Bessa, na Zona Norte de João Pessoa.

A terceira fase da Xeque-Mate tem como objetivo inibir um esquema de corrupção e

fraudes licitatórias referentes aos contratos de manejo de resíduos

sólidos (coleta de lixo) da Prefeitura de Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Segundo a polícia, os

contratos investigados superam a quantia de R$ 42 milhões. 

Terceira fase

A operação contou com a participação

de 65 Policiais Federais, sendo realizado o cumprimento de 11

mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, nos

Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte, bem como 1 mandado de

prisão preventiva. Foram sequestrados 20 imóveis dos

investigados, avaliados em mais de R$ 6 milhões.

As ordens foram expedidas pela 1ª Vara Criminal da Justiça Estadual

de Cabedelo. 

Os

investigados responderão pelos crimes de formação de organização

criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e fraude

licitatória, cuja penas, somadas, poderão chegar a mais de 30 anos

de reclusão. 

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