Política

Governador reunirá equipe para definir se recorre sobre abertura de academias

“Decisão judicial não se acha isso ou se acha aquilo, se cumpre”, destacou antes de confirmar a reunião para debater o assunto.

Publicado em 07/06/2021 10:29 Atualizado em 07/06/2021 16:42
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Por Redação Portal T5
João Azevêdo

João Azevêdo (Imagem: Reprodução)

Em entrevista coletiva realizada na manhã desta segunda-feira (7), o governador João Azevêdo (Cidadania) comentou sobre a nova decisão da Justiça que libera o funcionamento de academias de ginástica mesmo com o decreto do governo determinando a suspensão das atividades do setor no período de 15 dias.

João cumpriu agenda de entrega dos 49 veículos que serão usados no programa de distribuição de alimentos, feito em parceria com o governo federal.

Segundo João, “decisão judicial não se acha isso ou se acha aquilo, se cumpre. Foi tomada a decisão, estamos aí. Cabe ao estado decidir se vai recorrer ou não. Ainda hoje, vou me reunir com a equipe e saber se realmente vamos recorrer ou não. Mas, é uma decisão que: primeiro é importante entender que, em um fato desses, as coisas são colocadas como disputa entre estado e município. Não é assim”, adiantou.

O chefe do poder Executivo disse que as 'divergências' estão ligadas ao campo da ‘visão técnica’. “Essa é uma questão de visão técnica, daquilo que precisa ser colocado e, que na verdade, imaginar que alguém venceu ou alguém perdeu é diminuir muito o problema. Nós estamos é com mais de 80% dos leitos ocupados, estamos com fila de pessoas esperando UTI’s para serem internadas. Isso é o que me preocupa", disse.

"A mim, enquanto governador, cabe e compete tomar as medidas necessárias. Se a Justiça entendeu que determinados seguimentos devem abrir, deve ter tido motivos, argumentos, principalmente as suas informações técnicas que por certeza não são as minhas”, acrescentou o governador.

Por fim, ele alertou sobre o percentual de oferta dos leitos disponíveis. “O que me preocupa hoje é que João Pessoa, mesmo com nossa região tendo uma ocupação de 80% dos leitos, quando fala 80% pensa que os 20% [restante] é um número gigantesco de margem de segurança. Não é”.

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