Polícia

Agentes socioeducativos foram feitos reféns no Lar do Garoto, diz polícia

Um princípio de rebelião com fuga foi registrada na tarde desta terça-feira (3)

Publicado em 03/09/2019 17:38 Atualizado em 18/11/2020 12:31
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Por Redação Portal T5
Agentes socioeducativos foram feitos reféns no Lar do Garoto, diz polícia

Foto: Reprodução/ Whatsapp

Ao menos 4 agentes socioeducativos foram feitos reféns em um princípio de rebelião que aconteceu na tarde desta terça-feira (3), no Centro Socioeducativo Lar do Garoto, em Lagoa Seca, agreste paraibano. A informação foi confirmada pelo comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Francimar Lins.

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De acordo com informações do tenente-coronel, um grupo de internos se rebelou contra 5 adolescentes que estavam em um alojamento isolado. Na ocasião eles fizeram reféns. A polícia informou que três adolescentes que fugiram foram recapturados e dois estão foragidos na mata. 

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Por volta das 16h30 a Polícia Militar estava dando apoio dentro do local para fazer uma recontagem de internos e também para uma operação de revista geral.

O princípio de tumulto fez com que a área que dá acesso ao Lar do Garoto fosse totalmente interditada. Testemunhas informaram que ouviram barulho de tiros, viram fumaça, além de internos em cima do telhado da instituição. Imagens do local foram compartilhadas nas redes sociais e familiares dos internos se deslocaram até o Centro Educativo. Esse é o segundo princípio de rebelião em três meses.

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No dia 4 de junho desse ano, agentes encontraram um bilhete contendo um plano de fuga. Na ocasião, a polícia encontrou indícios de que 60 menores planejavam uma fuga em massa.

Alguns dos jovens conseguiram sair das celas e subir no telhado. A polícia teve que usar de uma bomba de efeito moral para conter os internos. Um tiro também pôde ser ouvido do lado de fora da instituição, no entanto, a polícia disse se tratar de balas de borracha.

Na época, cerca de 22 internos ficaram feridos e tiveram que ser socorridos para o hospital de emergência e trauma de Campina Grande. Uma outra rebelião, registrada no dia 3 de junho de 2017 deixou 7 adolescentes mortos.

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