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Vítima do DJ Ivis diz que denunciou após ter como provar as agressões

Do contrário, “seria só a minha palavra contra a dele”.

Publicado em 13/07/2021 11:44 Atualizado em 13/07/2021 12:27
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Por Redação Portal T5
Pamella Holanda

Pamella Holanda (Imagem: Reprodução)

Pamella Holanda, vítima das agressões do DJ Ivis, afirmou que levou o caso a público após ter provas de como a violência acontecia. Ela foi alvo de socos, chutes e puxões de cabelo dentro do apartamento em que morava, no Ceará. “Se fosse só a minha palavra contra a dele, eu ia viver tentando provar” disse em entrevista ao programa Encontro, da TV Globo.

Ainda segundo ela, as sessões de espancamento aconteciam desde a gestação até depois do nascimento da filha do casal, a pequena Mel, de apenas 9 meses.

Questionada por Fátima Bernardes sobre a presença de outras pessoas no apartamento enquanto algumas agressões aconteciam, ela confirmou que os fatos foram presenciados pela própria mãe e um funcionário do agressor. Mas que no caso da mãe não havia reação por medo.

“Na imagem que eu tô sentada no sofá a mel tinha um mês e 20 dias. Naquela ocasião, eu estava com Covid e isolada dentro do quarto. Todos os médicos me aconselhavam a amamentar - isso foi em dezembro. E aí, eu saí do quarto para amamentar a Mel. Ele não queria que eu saísse do quarto porque disse que passaria Covid pra ela. Disse que minha mãe ia pegar Covid”, detalhou e seguiu: “essa mulher é a minha mãe. Ela não esboça nenhuma reação principalmente por medo dele, com medo da reação dele”, finalizou.

Pamella disse que o que acontecia com ela era segredo até para a mãe. “Eu nunca fui de dizer a ela o que acontecia. Ela soube presenciando, ali. Pelo comportamento dele, sempre muito impaciente, intolerante, não aceitava ser contrariado… Ela não esboça reação, a única coisa que faz é colocar a mão na cabeça e pede ‘por favor, isso aqui vai acabar me matando. Vou acabar morrendo, não quero que isso aconteça’”.

Por fim, ela foi indagada sobre possíveis orientações. “Eu recebia sim, de pessoas até do convívio dele. Falavam que eu não tinha que aceitar, que não era certo”, encerrou.

 
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