Paraíba

Saiba como foi cada fase da Operação Calvário contra o desvio de verbas públicas na PB

Na primeira fase, 11 pessoas foram presas, entre elas, a ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias.

Publicado em 17/12/2019 10:39 Atualizado em 27/11/2020 02:54
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Por Redação Portal T5
Saiba como foi cada fase da Operação Calvário contra o desvio de verbas públicas na PB

Ministério Público começou investigando o desvio de recursos na Cruz Vermelha, em 2018
Ministério Público começou investigando o desvio de recursos na Cruz Vermelha, em 2018

A primeira fase da Operação

Calvário foi deflagrada em 14 de dezembro de

2018, com objetivo de identificar uma organização criminosa

teve acesso a mais de R$ 1 bilhão em recursos públicos para

a gestão de unidades de saúde na Paraíba e em outras unidades da federação, entre julho de 2011 e dezembro de 2018.

Na

primeira fase, 11 pessoas foram presas, entre elas, a ex-secretária

de Administração do Estado, Livânia Farias. Ela é suspeita de receber propina da Cruz Vermelha, que administrava

o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Na

segunda fase da operação, deflagrada em fevereiro deste ano, a

Polícia Federal cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão

nas cidades de João Pessoa, Conde, no Litoral Sul paraibano, além do Rio

de Janeiro. No dia 14 de março, a PF realizou

a terceira fase da operação, quando, mais uma vez, o alvo foi a

ex-secretária de Administração, Livânia Farias. Ela foi presa no

dia 16 de março quando retornava de Belo Horizonte, capital mineira. 

Na

quarta fase, deflagrada em 30 de abril, a servidora pública Maria Laura Caldas de Almeida Carneiro foi presa. Ela era lotada na

Procuradoria Geral do Estado. Além do mandado de prisão

preventiva, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão.

A quinta fase foi no dia 9 de abril. O então secretário executivo

de Turismo da Paraíba, Ivan Burity, foi preso. O objetivo desta

fase foi cumprir 28 mandados, sendo três de prisão preventiva e 25

de busca e apreensão, em cinco estados. O diretor administrativo do

Hospital Geral de Mamanguape, Eduardo Simões Coutinho, também foi

preso.

A sexta fase da operação foi no dia 15 de

outubro. Foram cumpridos mandados em endereços ligados ao

ex-secretário de turismo Ivan Burity e à advogada Luciana Ramos

Neiva. Os hospitais Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, e Hospital Geral de Mamanguape, ambos administrados pelo Instituto de Psicologia Clínica Educacional e Profissional (IPCEP) também foram alvo da sexta fase, que também teve como

objetivo apurar suspeita de irregularidades de contratos da gráfica

Grafset com o Governo da Paraíba.

A sétima fase foi realizada nesta terça-feira (17). Veja: Ricardo Coutinho é apontado como líder de organização criminosa e tem prisão decretada pela Justiça

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