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Polícia da PB vai investigar quem ajudou suspeito de espancar esposa grávida até a morte a fugir

Ele foi preso em São Paulo na última sexta-feira (4), após

Publicado em 07/12/2020 13:55 Atualizado em 11/12/2020 14:48
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Por Redação Portal T5
Polícia da PB vai investigar quem ajudou suspeito de espancar esposa grávida até a morte a fugir

Foto: Reprodução/ Instagram

Em entrevista coletiva concedida na manhã desta segunda-feira (7), o delegado Glauber Fontes, da Polícia Civil da Paraíba, informou que deve abrir um novo inquérito para apurar quem foram as pessoas que auxiliaram na fuga de Hélio José de Almeida Feitosa para o interior de São Paulo, na mesma semana em que ele virou o principal suspeito de ter assassinado a esposa, Pâmela Bessa do Nascimento, que estava grávida de três meses.

Após um trabalho de investigação e troca de informações entre a Polícia Civil da Paraíba e a do estado de São Paulo, foi preso, na última sexta-feira (4), o homem acusado de espancar a esposa grávida até a morte. O crime aconteceu no dia 7 de setembro desse ano, na cidade de Poço de José de Moura. Hélio José de Almeida Feitosa é apontado como autor do crime e foi preso em Mauá.

Pâmela do Nascimento Bessa, de 28 anos, foi espancada mesmo grávida. Apesar de ser socorrida para o Hospital de São João do Rio do Peixe, ela não resistiu e veio a óbito. Após a morte dela, Hélio chegou a ser conduzido à delegacia, no entanto, foi liberado após negar o crime, em depoimento.

De acordo com o delegado Glauber Fontes, naquela ocasião não tinha indícios suficientes para realizar a prisão em flagrante. Ele teve que aguardar a laudos periciais para saber a causa da morte. O delegado ainda afirmou que não havia histórico de agressão.

Após a morte de Pâmela, um fato novo surgiu. Segundo o delegado Danilo Charbel, através de documentos e relatos testemunhais, foi constatado que, no dia 12 de fevereiro de 2020, o homem já havia provocado um aborto em Pâmela após agredi-la.

Com os laudos comprovando o espancamento, o delegado representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi acatada pela Justiça. No entanto, o suspeito não estava mais em território paraibano.

Para dar cumprimento ao mandado de prisão houve uma articulação entre as polícias civis dos estados. Ele era considerado foragido da Justiça. Pâmela do Nascimento já era mãe de três filhos, uma delas morava em São Paulo.

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