Paraíba

PF identifica grupo que negociava ecstasy por aplicativo e fazia entrega para 13 estados, incluindo Paraíba

A PF investigou o grupo por cinco meses e apurou que eles remeteram mais e 500 encomendas postais contendo ecstasy.

Publicado em 25/11/2021 06:33 Atualizado em 25/11/2021 08:27
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Por Redação Portal T5
PF identifica grupo que negociava ecstasy por aplicativo e fazia entrega para 13 estados, incluindo Paraíba

(Imagem: Divulgação/PF)

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (25), a Operação Insônia com o objetivo de reprimir o tráfico interestadual de droga. Estão sendo cumpridos um total de 48 mandados de busca e apreensão em 13 estados, além de dois mandados de prisão temporária e um mandado de prisão preventiva na cidade de Uberlândia/MG. As ordens judicias foram expedidas pela Vara de Entorpecentes de Campina Grande/PB, após manifestação favorável por parte do Ministério Público.

A Polícia Federal, em cerca de cinco meses de investigações, identificou que o grupo criminoso remeteu mais de 500 (quinhentas) encomendas 
postais contendo a droga, que é popularmente conhecida por “ecstasy” ou “bala”.

As investigações apontaram que a comercialização do entorpecente ocorria através de aplicativos de mensagens e tiveram como destinatários  traficantes da cidade de Campina Grande/PB e de diversas outras cidades do país como Anápolis/GO, Araçatuba/SP, Belo Horizonte/MG, 
Chapecó/SC, Coronel Fabriciano/MG, Cuiabá/MT, Guanambi/BA, Jaboticabal/SP, João Pessoa/PB, Maceió/AL, Natal/RN, Pirassununga/SP, 
Porto Alegre/RS, Porto Seguro/BA, Recife/PE, Ribeirão Preto/SP, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, Rio Grande/RS, Santarém/PA, Sorriso/MT, 
Taguatinga/AM, Uruaçu/GO, Votuporanga/SP e outras.

Para mascarar a atividade ilícita, os criminosos utilizaram nomes de empresas falsas, com suposta atuação em e-commerce de bijuterias e de  suplementos alimentares.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico (artigos 33 c/c 40 e 35 da lei nº 11.343/06), cujas penas máximas somadas ultrapassam 20 anos de reclusão. 

Uma entrevista coletiva  será concedida às 11h na Delegacia de Polícia Federal em Campina Grande.


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