Paraíba

Paraíba tem dois casos suspeitos de fungo negro

Mucormicose pode ser agravada após infecção pelo novo coronavírus

Publicado em 07/06/2021 07:12 Atualizado em 07/06/2021 13:06
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Por Redação Portal T5
Paciente foi transferida para o Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, mas não resistiu

Paciente foi transferida para o Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, mas não resistiu (Foto: divulgação)

A morte de uma mulher supostamente vítima de fungo negro é investigada na Paraíba. A paciente do município de Areia de Baraúnas teve Covid-19 e depois foi diagnosticada com a mucormicose, que pode ser agravada após infecção pelo novo coronavírus e baixa imunidade. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde.

A paciente foi transferida para o Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, mas morreu morreu no dia 13 de maio.

Segundo especialistas, a mucormicose possui letalidade de aproximadamente 50%. Na Índia, a enfermidade já foi detectada em 9 mil pacientes que se curaram do novo coronavírus. 

A secretaria de saúde do Estado se pronunciou, por meio de nota. Veja:

NOTA

A Secretaria de Estado da Saúde, por meio do CIEVS PB, recebeu a notificação de dois casos suspeitos de mucormicose. O primeiro caso um é de uma mulher adulta, residente no município de Areia Baraúna. A paciente estava aos cuidados do Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa e foi a óbito no dia 13 de maio de 2021. O outro caso é de um homem de 38 anos, residente em João Pessoa, e já está curado. Ambos tiveram Covid-19 anteriormente.  A mucormicose é uma doença causada por fungos da ordem Mocurales. Assim como outros fungos potencialmente inalatórios, afeta comumente pacientes com o sistema imunológico debilitado, podendo acometer nariz e outras mucosas. Os sintomas variam de acordo com a localização da infecção. Nos pulmões, pode haver tosse expectoração e falta de ar. Na face e nos olhos, pode ocorrer vermelhidão intensa e inchaço. A suspeita dos casos já foi informada ao Ministério da Saúde e os mesmos estão sob investigação epidemiológica da SES.

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