Paraíba

Justiça mantém prisão do suspeito de estuprar e engravidar a própria filha

O suspeito tem 36 anos e foi encaminhado para a Penitenciária de Segurança Máxima, o PB1.

Publicado em 06/09/2019 11:39 Atualizado em 18/11/2020 12:24
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Por Redação Portal T5
Justiça mantém prisão do suspeito de estuprar e engravidar a própria filha

A justiça manteve a prisão preventiva do homem suspeito de manter

relações sexuais e engravidar a própria filha. A decisão é do

juiz José Guedes da 4a Vara Criminal. O caso veio à tona

nesta quinta-feira (5), quando o suspeito foi preso por policiais da

Delegacia da Mulher da Zona Sul (DEAM SUL) de João Pessoa.

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O suspeito tem 36

anos e foi encaminhado para a Penitenciária de Segurança Máxima, o

PB1.

A delegada Amin

Oliveira explicou que o homem foi preso no momento em que se

apresentou à Delegacia para prestar esclarecimentos. “Ele foi

intimado porque a própria filha, hoje com 18 anos de idade, procurou

a delegacia para fazer a denúncia algum tempo atrás.

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A delegada

que investigou o caso encontrou elementos para pedir sua prisão

preventiva e a Justiça expediu o pedido pela 4ª Vara Criminal de

João Pessoa”.

A partir daí os agentes de investigação

da Deam Sul passaram a tentar localizar o suspeito, logrando êxito

na casa do pai do suspeito no bairro do Geisel, na Capital. 

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A

denúncia da filha de Alberto era de que ela começou a ser abusada

sexualmente aos 10 anos, quando sua mãe morreu em um acidente. “No

mesmo dia em que a esposa faleceu em um acidente ele chegou em casa e

passou a acariciar a criança com desejo sexual. 

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A menina foi abusada

entre os 10 e os 15 anos de idade, nos anos de 2011 a 2016”,

revelou a delegada.

A história ainda teria um desfecho

surpreendente e chocante: a filha dele ficou grávida do próprio pai

aos 15 anos e ele a pediu para abortar a criança. Como ela se negou

a fazer o aborto continuou a ser abusada sexualmente mesmo no período

da gravidez. “Hoje a criança está com três anos de idade e nós

já solicitamos que seja feito exame de DNA para comprovar a

paternidade”, disse a delegada Amindonzele Oliveira.  

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