Paraíba

João defende que não é momento para realização de festas de Carnaval na PB

João Azevedo alegou que o estado ainda não atingiu um patamar seguro de vacinação na população

Publicado em 25/11/2021 12:33 Atualizado em 25/11/2021 12:43
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Por Redação Portal T5
Governador cumpre agenda no Sertão paraibano nesta quinta (25)

Governador cumpre agenda no Sertão paraibano nesta quinta (25) (Foto: Secom-PB/Divulgação)

O governador João Azevedo (Cidadania) defendeu, nesta quinta-feira (25), que ainda não é momento para a realização do Carnaval nas cidades paraibanas. A declaração foi feita em Cajazeiras, no Sertão paraibano, onde o gestor participou de um evento de inauguração de um Restaurante Popular na cidade.

João Azevedo alegou que o estado ainda não atingiu um patamar seguro de vacinação, com esquema completo e dose reforço em um percentual da população que dê tranquilidade para liberação dos eventos carnavalescos. No entanto, ressaltou é seu posicionamento pessoal, mas que uma decisão definitiva será tomada em breve.  

Eu, particularmente, acho que não é hora ainda. Teve uma reunião ontem, inclusive com todos os secretários de saúde do Brasil, e, dentro dessa discussão, uma das coisas que ficaram definidas é exatamente isso, que os secretários não recomendam a realização do Carnaval ainda esse ano", alertou. "Eu não sentei pra bater o martelo com relação a isso", frisou.  

O assunto foi levantando em meio a decisão de algumas prefeituras do Sertão do estado de cancelarem os festejos de Momo em 2022. "Por mais que pareçam às vezes duras as decisões, que eu nunca me neguei a tomar e nem me escondi de tomar as medidas durante a pandemia, o reflexo está aí - os números da Paraíba. Nós temos a menor mortalidade do Nordeste, nós temos esses números que nos garantem que o trabalho foi feito", assegurou.  

Já sobre o uso obrigatório de máscaras, o governador espera que a partir do início do próximo ano o assunto seja discutido com o objetivo de oferecer ao cidadão a opção de escolha. Mas esse tema também está condicionado ao avanço da vacinação para um patamar de segurança. Ele defende que o uso pode seguir normas mais flexíveis de acordo com os ambientes.  

"Uma coisa é no ambiente aberto e outra coisa é ambiente fechado. Num ambiente aberto, num parque caminhando, é possível dentro de pouco tempo a gente tenha condições de liberar. Entretanto, em ambientes fechados ainda é difícil liberar", alegou.  

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