Brasil

Inscrições para o Revalida 2020 registram aumento de 114%

Exame não é feito no Brasil desde 2017

Publicado em 29/10/2020 13:17 Atualizado em 26/11/2020 03:26
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Por Redação Portal T5
Inscrições para o Revalida 2020 registram aumento de 114%

Mais de 16,5 mil candidatos se inscreveram para o Revalida 2020,

segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo processo seletivo. O

número é 114% maior que o número de candidatos

registrados na última edição do exame.

O

Revalida não é feito desde 2017, embora a legislação em vigor

preveja o exame a cada seis meses. A última edição realizada teve

7.380 inscritos, dos quais 393 foram aprovados. A edição de 2020

conta com 16.547 candidatos inscritos. 

Dos

profissionais de Medicina

que vão participar da edição deste ano, 51,8% (8.016) são

mulheres e 48,2% (7.466) são homens. O Inep registrou, ainda,

médicos de 57 nacionalidades, dentre os quais estão brasileiros

(10.720), cubanos (2.700) e bolivianos (980) correspondentes às três

nacionalidades com mais inscritos.

Por

outro lado, foi confirmada a inscrição de profissionais com

diplomas originados por 63 países distintos. Bolívia (7.154),

Cuba (3.928) e Paraguai (2.400) deram origem à maioria dos

certificados.

O exame

teórico será aplicado em 6 de dezembro, em 13 capitais e no

Distrito Federal. A prova teórica é dividida em duas partes

aplicadas no mesmo dia. Pela manhã, devem ser resolvidos 100 itens

objetivos. Na parte da tarde, os participantes precisam responder

cinco questões discursivas.

A

segunda etapa é uma avaliação prática, baseada em 10 entrevistas

(anamneses) para diagnóstico inicial de doenças em atores que se

passam por pacientes.

Revalida

O

Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por

Instituição de Educação

Superior Estrangeira (Revalida) é destinado aos

brasileiros ou estrangeiros que tenham conquistado o diploma de

Medicina em uma universidade do exterior e desejam atuar no Brasil.

Assim,

a prova é aplicada para verificar se o profissional formado no

exterior tem conhecimentos equivalentes ao graduado no Brasil e, caso

o candidato seja aprovado, o exame legaliza a atuação em território

nacional. 

Fonte: Agência

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