Polícia

Homem é flagrado nu tocando em partes íntimas de cunhada de 7 anos, na PB

O homem de 33 anos foi preso nesta quarta-feira (24), e a delegada Amin Oliveira deu alguns detalhes sobre o caso

Publicado em 25/06/2020 13:45 Atualizado em 26/11/2020 19:09
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Por Redação Portal T5
Homem é flagrado nu tocando em partes íntimas de cunhada de 7 anos, na PB

Foto: Reprodução/ Web

Uma menina de sete anos foi vítima de abuso sexual pelo cunhado na cidade de Bayeux, na Grande João Pessoa. A criança chegou a relatar as histórias de abuso mas, segundo a polícia, os parentes não acreditaram, até que um flagrante colocou um fim nessa violência.

O homem de 33 anos foi preso nesta quarta-feira (24), e a delegada Amin Oliveira deu alguns detalhes sobre o caso.

"Ele foi preso em flagrante, no qual a própria companheira dele presenciou o ato. Ele estava nu, em cima da criança também nua, tocando nas partes íntimas da mesma. A mulher dele é irmã da criança. No momento em que ela tomou conhecimento teve uma briga entre eles, mas ela não denunciou a princípio. Ao flagrar a situação a mãe imediatamente acionou a Polícia Militar", disse a delegada.

Mesmo com a denúncia da criança, a polícia só foi chamada quando houve o flagrante do ato criminoso.

"A criança relatou que não é a primeira vez. Disse que o suspeito toca nas partes de outra filha dela que já abusou de outras meninas só que não havia provas, era a palavra da criança contra a dele e eles acabavam não dando tanta importância", disse.

A delegada compartilhou os canais nos quais as pessoas devem denunciar esse tipo de crime.

"Ele será encaminhado para custódia e estamos aguardando se o judiciário mantém o cidadão preso. É importante os pais manterem um diálogo com a criança. Geralmente esse tipo de crime acontece com pessoas próximas. Existem vários canais para comunicar o crime à polícia. O disque 100, o 197 da Polícia Civil e na hora da urgência, no momento da ocorrência, é 190 da Polícia Militar", disse.

A delegada informou ainda que, durante o inquérito, a criança deve passar por acompanhamento psicológico.

"Essa criança vai ter algum acompanhamento psicológico, vai ser passada por uma equipe multidisciplinar onde vai ser atendida por uma psicóloga no decorrer do inquérito, justamente porque ela precisa de apoio num momento tão delicado como esse", finalizou. 

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