Brasil

Ex-governador do Paraná, Beto Richa volta a ser preso

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) investiga desvio de recursos que deveriam ser usado na construção de escolas. A prisão aconteceu em Curitiba.

Publicado em 19/03/2019 09:34 Atualizado em 18/11/2020 22:57
logo
Por Redação Portal T5
Ex-governador do Paraná, Beto Richa volta a ser preso

O ex-governador do

Paraná Beto Richa (PSDB) foi preso na manhã desta terça-feira

(19), desta vez em uma operação do Ministério Público do Paraná

(MP-PR), que investiga desvio de recursos que deveriam ser usado na

construção de escolas. A prisão aconteceu em Curitiba. A

investigação aponta que parte desse dinheiro teria ido parar em

campanhas eleitorais do tucano.

Esta é a terceira

vez que o tucano é detido. Ele também já havia sido preso em uma

outra investigação do MP paranaense e em um desdobramento da

Operação Lava Jato, mas foi solto por ordem da Justiça. Agora, a

prisão foi determinada pelo juiz Fernando Bardelli Silva Fischer, da

9ª Vara Criminal de Curitiba.

+ Mulher é encontrada desacordada após agressão; suspeito é o ex-companheiro da vítima

+ Exoneração de Livânia Farias é oficializada pelo governo da Paraíba

+ Suspeito de assediar jovem em ônibus é preso por importunação sexual, em João Pessoa

Na semana passada, o

ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu um

salvo-conduto para impedir a prisão do ex-governador, mas a medida

se aplica apenas às investigações relacionadas à Lava Jato. No

ano passado, Gilmar Mendes também concedeu outro salvo-conduto para

Richa, referente às investigações da Operação Rádio Patrulha.

A nova detenção é

preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. A suspeita contra o

tucano é de corrupção, entre outros crimes, e ele foi preso no

apartamento onde mora.

+ Mulher fica ferida após cair dentro de fossa em bairro de João Pessoa

+ Polícia intercepta ‘rolezinho’, persegue suspeitos e apreende várias motos na Grande JP

+ PRF apreende produtos contrabandeados do Paraguai, na Paraíba

"Ao investigado

Carlos Alberto Richa é imputada a prática dos delitos de

organização criminosa (pena máxima de 8 anos), corrupção passiva

(pena máxima de 12 anos), fraude à licitação (pena máxima de 4

anos) e obstrução de investigação de organização criminosa

(pena máxima de 8 anos)", afirma o juiz na decisão que

determinou a prisão.

Leia Também:

+ Ataque em escola deixa professor e funcionários feridos, na Noruega

+ Amigos denunciam e polícia apreende adolescente de 17 anos que planejava atacar escola em Goiás

Com informações do G1

icon whatsapp
Receba as últimas notícias de João Pessoa em qualquer lugar. Começar icone Play