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Em Homenagem ao Rei do Baião, hoje (13) é comemorado o Dia Nacional do Forró

Luiz Gonzaga morreu em 1989, aos 76 anos, e completaria 100 anos no dia 13 de dezembro, data que foi homenageado e marca o seu centenário.

Publicado em 13/12/2018 08:46 Atualizado em 26/11/2020 02:30
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Por Redação Portal T5
Em Homenagem ao Rei do Baião, hoje (13) é comemorado o Dia Nacional do Forró

O forró é um ritmo contagiante e que representa genuinamente o Nordeste. A data que celebra o ritmo é o dia 13 de dezembro e data foi instituída a partir da Lei nº 11.176, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 6 de setembro de 2005, e que teve origem no Projeto de Lei nº 4265/2001, de autoria da deputada federal Luiza Erundina.

A data referencia o centenário de Luiz Gonzaga.

Nascido em 13 de dezembro de 1912 na cidade de Exu, no Pernambuco, Luiz Gonzaga do Nascimento deixou um dos maiores legados na história artística brasileira.

Gonzaga morreu em 1989, aos 76 anos, e completaria 100 anos no dia 13 de dezembro, data em que foi homenageado e marca o seu centenário.

Januário, que ganhou até composição feita pelo filho, trabalhava na roça e nas horas vagas tocava acordeão. Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocar o instrumento. Não era nem adolescente ainda quando passou a se apresentar em bailes, forrós e feiras, de início acompanhando seu pai.

Em 1939, ainda adolescente, deixou o exército e passou a se dedicar à música. Em 1941 já estava trilhando sua trajetória e começava a se apresentar em programas musicais. Nesse mesmo período, foi contratado por uma gravadora e em abril de 1945, gravou sua primeira música como cantor, Dança Mariquinha.

Ainda na década de 40, ao regressar do Nordeste após uma ausência de 16 anos, Luiz Gonzaga compôs com Humberto Teixeira “Asa branca” e optou por se apresentar com chapéu de couro e gibão. E foi a partir daí, que fez história na música e virou referência do ritmo.

O rosto redondo de Lula valeu-lhe o apelido de Lua, uma criação do violonista Dino 7 Cordas, popularizado pelos radialistas Ary Barroso e César de Alencar. Assim, Lua Gonzaga, um sanfoneiro humilde que chegou a ser proibido de cantar por sua voz estridente, recriou o modo nordestino de tocar sanfona. Com o que batizou de “Vira e mexe”, alcançou o sucesso popular e se tornou o Rei do Baião, pilar cultural nacional.

Luiz Gonzaga sofria de osteoporose e morreu vítima de uma parada cardiorrespiratória no dia 2 de agosto de 1989, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte e enterrado em seu município natal.

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