Polícia

Documentos e celular de grávida que foi morta e teve bebê roubado são achados na casa de acusada

Após o crime, ela abriu a barriga da grávida com a ajuda de um estilete e roubou o bebê

Publicado em 02/09/2020 18:00 Atualizado em 18/11/2020 22:23
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Por Redação Portal T5
Documentos e celular de grávida que foi morta e teve bebê roubado são achados na casa de acusada

Um crime bárbaro chocou os moradores de uma cidade chamada Canelinha, em Santa Catarina. Uma mulher confessou ter atraído uma gestante de 36 semanas para, em seguida, matá-la. Após o crime, ela abriu a barriga da grávida com a ajuda de um estilete e roubou o bebê.

A mulher confessou o crime e a polícia investiga se o companheiro dela teve participação. Ambos foram presos e o celular e documentos da gestante morta foram encontrados na casa da criminosa confessa.

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A gestante Flávia Godinho Mafra estava desaparecida desde a tarde desta quinta-feira (27). A família chegou a fazer uma campanha nas redes sociais para tentar encontrá-la e comunicou o caso a polícia.

Segundo familiares de Flávia, ela teria saído para participar de um chá de bebê surpresa, que teria sido organizado por uma amiga, no entanto, o evento foi uma forma de atraí-la para o local do crime.

O suposto chá-de-bebê aconteceria na cidade de São João Batista, mas Flávia não chegou ao local. O convite para esse evento foi feito, segundo a polícia, por uma amiga da vítima identificar por Rozalba, que confessou o crime.

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A gestante foi levada na verdade para uma cerâmica desativada no bairro Galera, na cidade de Canelinha. No local, ela teria sido atingida por tijoladas até ficar inconsciente. Em seguida, a criminosa, com ajuda de um estilete, abriu a barriga da mulher e roubou o bebê. A ação acabou causando cortes também na criança.

Depois de roubar o bebê, na companhia de um homem que se passava pelo pai, a suspeita teria o levado ao hospital da cidade. Ela afirmou que era mãe da criança, o que fez os funcionários suspeitarem.

O casal foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia de Tijucas. No local, a mulher admitiu o crime e teria dito que inventou a história do suposto chá de bebê justamente para atrair a vítima. A autora do crime chegou a compartilhar publicações sobre o desaparecimento da gestante.

O bebê foi encaminhado para o hospital infantil Joana de Gusmão, na capital, Florianópolis.

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