Paraíba

Após flagrantes de irregularidades, prefeitura proíbe celulares em hospitais de JP

O ato anunciado pelo secretário de saúde Adalberto Fulgêncio estende-se a hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPA’S) administradas pela gestão municipal.

Publicado em 02/09/2020 14:58 Atualizado em 18/11/2020 22:34
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Por Redação Portal T5
Após flagrantes de irregularidades, prefeitura proíbe celulares em hospitais de JP

A prefeitura de João Pessoa determinou a proibição da entrada de aparelhos celulares e equipamentos similares em unidades de saúde da capital.

A ação acontece alguns dias depois em que flagrantes como baratas, portas quebradas e até pias com defeito serem compartilhados nas redes sociais pelos pacientes do Complexo Hospitalar de Mangabeira Tarcísio de Miranda Burity, o Trauminha, localizado na Zona Sul da cidade.

O estado de má conservação acarretou em uma vistoria Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) na última sexta-feira (28). Após avaliação, o CRM interditou eticamente a unidade. Os médicos lotados na unidade também foram orientados a não trabalhar por conta das condições precárias no hospital. 

Na segunda-feira (31) o Conselho visitou a instituição e identificou ‘graves problemas de higiene, estrutura e escala médica’, que foram encaminhados ao prefeito Luciano Cartaxo e ao secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio. 

Em entrevista a equipe do programa O Povo na TV, da TV Tambaú, nesta quarta-feira (2), o secretário afirmou que a recomendação decorre de análises.

“Cada hospital, UPA e serviço de saúde tem autonomia para, a partir da sua comissão de controle de infecção hospitalar, tomar medidas de controle não só de celulares como de tablets, televisões, travesseiros e quaisquer objetos que possam entrar e provocar, em linhas gerais, sujeira”, disse.

Desta forma, fica a cargo da gestão de cada unidade cumprir a determinação.

Ainda sobre a vistoria do CRM

Segundo a instituição, foram identificadas diversas inconformidades no Trauminha. Dentre elas, estrutura predial e higiene precárias (vazamentos, paredes sujas, infiltrações, presença de barata), falta de privacidade e roupa de cama nos leitos, iluminação e ventilação insuficientes, falta de medicamentos, espera superior a sete dias por cirurgia, além de escala médica incompleta nos sábados e domingos.

A unidade foi desinterditada no último domingo (30), em atendimento a decisão do juiz federal Manuel Maia de Vasconcelos.

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