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Cabedelo: Vítor Hugo fala sobre suposto 'golpe' e polêmica envolvendo vice

Ele foi entrevistado pela apresentadora Karine Tenório, no programa Tambaú da Gente

Por Carlos Rocha

12h45 - Atualizado 20/03/2019 às 13h18
Foto: Reprodução / TV Tambaú

O prefeito eleito do município de Cabedelo, Vítor Hugo, foi entrevistado pela apresentadora Karine Tenório, na tarde desta quarta-feira (20), no Tambaú da Gente. Ele falou sobre o processo eleitoral e os projetos para a cidade da região metropolitana de João Pessoa.

Vítor começou falando sobre o relacionamento com a Câmara de Vereadores durante o período em que estava à frente da prefeitura interinamente. Ele ressaltou os desentendimentos com a ex-presidente da Câmara, Geusa Ribeiro e voltou a falar que foi vítima de uma tentativa de golpe.

"No ano em que me tornei prefeito interino fui escolhido dos vereadores o presidente da Câmara e logo após veio um golpe da vereadora Geusa Ribeiro. Ela com mais cinco vereadores quiseram aplicar um golpe na cidade Cabedelo. E aí nós conseguimos, mais uma vez, judicialmente, desbaratinar esse golpe. Conseguimos ser reconduzidos à presidência da Câmara e aí sim passamos novamente a ser prefeito interino. O Vereador não tá ali para ser servido pelo prefeito, mas ele tá ali para cobrar e fiscalizar.", relatou.

Vítor falou ainda sobre a polêmica envolvendo o seu vice, Aguinaldo Silva (PSB). José Eudes (PTB), que também disputou a prefeitura de Cabedelo, apontou a impugnação do candidato a vice na chapa de Vítor Hugo alegando que o diretório do PSB na cidade não estava constituído à época das convenções e que, portanto, nenhum filiado poderia figurar em coligação alguma porque a sigla não estava regular.

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu então enviar à primeira instância o pedido de candidatura de Vítor Hugo à prefeitura de Cabedelo, município da Grande João Pessoa.

"Existiu nada mais nada menos que um erro formal no processo. Esse processo foi deferido por um juiz de primeira instância da cidade de Cabedelo, que proferiu a legalidade da chapa para o partido PSB compor como vice. A oposição recorreu e foi para o TRE. O que houve no TRE? Nada mais nada menos foi que o Ministério Público viu que houve esse erro formal dentro da ação e, simplesmente, porque deveria Doutor Salvador deveria ter aberto o prazo para escutar tanto defesa, quanto acusação, só o que faltou foi esse prazo. Então o Ministério Público fez um voto para que voltasse para primeira instância, e todos os desembargadores votaram com o Ministério Público. Então esse processo voltou para primeira instância, Doutor Salvador, que já tem o entendimento que o a candidatura é legal, vai proporcionar o prazo tanto para defesa, quanto para acusação, após isso, ele proferirá a outra decisão e eu acho que deve prevalecer agora realmente a maioria a votação popular o que o povo decidiu mais de 73%", disse.

Na entrevista, o prefeito disse ainda que está contando com o apoio de 9 vereadores e que há projetos para a pavimentação de 50 ruas e a construção de seis praças.