segunda-feira, 06 de abril de 2020
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Após bloqueio de portões, PMs são distribuídos para fazer a segurança de bloco em João Pessoa

Apesar do princípio de tumulto no Clube Cabo Branco, as tropas militares foram distribuídas para fazer a segurança do 'Muriçocas do Miramar'

Por Carlos Rocha

19h40 - Atualizado 19/02/2020 às 23h04

A falta de acordo entre a Secretaria da Receita e representantes dos policiais e bombeiros desencadeou uma paralisação de advertência, que aconteceria nesta quarta-feira (19), mesmo dia em que sai o maior bloco de arrasto da Paraíba, o 'Muriçocas do Miramar'. Desde então, um empasse foi estabelecido, já que policiais militares precisariam realizar a segurança do evento.

A situação fez coim que, no início da noite desta quarta-feira (19), um princípio de tumulto acontecesse no Clube Cabo Branco, onde policiais militares estavam concentrados para atuar na segurança do bloco. Segundo Cláudio Lameirão, um dos representantes da categoria, policiais civis teriam tentado impedir a saída dos PMs do Clube, afirmando que a paralisação estaria em vigor, por ter sido uma decisão em assembleia.

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Apesar da tentativa de impedimento, os policiais militares foram distribuídos para trabalhar na segurança do evento. De acordo com o tenente-coronel M. Lima, a situação está sob controle.

"Estamos com o efetivo já distribuídas no terreno. Acabamos de fazer a saída da última patrulha. A ocupação da Avenida Epitácio Pessoa já está sendo executada em primeiro plano. Os policiais para o segundo plano chegam um pouco mais tarde e ficam na festa até o final. Cerca de 300 policiais estão distribuídos", relatou.

Cláudio Lameirão relatou que a proposta de reajuste é factível e não entende o porquê de não ter sido acatada. Ele disse que alertou que não há como controlar todos os associados.

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"Isso aconteceu diante de um impasse criado pela secretaria da receita, que não quer acatar a nossa proposta. Secretários do governo já reconhecem a proposta como factível, mas eu não sei porque levaram isso para o lado pessoal. A gente alertava o governador que fica uma situação sem controle, as associações não tem como controlar todos os associados, e aí acaba acontecendo que a gente tá vendo aqui, vários policiais ocupando os portões do Clube Cabo Branco e impedindo a saída de outros policiais militares e civis para fazer o policiamento do bloco Muriçocas do Miramar", disse.

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