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Audiência de instrução de acusado de matar taxista em João Pessoa é adiada pela 2ª vez

De acordo com o advogado Getúlio de Souza, a nova data da audiência é no dia 29 de Abril

Por Carlos Rocha

18h37 - Atualizado 18/02/2020 às 23h27
Foto: Reprodução

A audiência de instrução do homem suspeito de atirar e matar o taxista Paulo Damião, de 42 anos, em frente a um supermercado no bairro do Bessa, Zona Norte de João Pessoa, foi adiada pela segunda vez. Dessa vez todos devem se reunir novamente no próximo dia 29 de Abril. A informação foi confirmada pelo advogado Getúlio Souza.

Essa é a segunda vez que a data é remarcada. A primeira aconteceu no dia 26 de novembro de 2019 e foi adiada para esta terça-feira (18), três dias após o crime completar um ano. Na época, o motivo do adiamento foi a falta de uma das testemunhas arroladas, um capitão da Polícia Militar que estava em uma missão. A informação foi confirmada pela diretoria do sindicato dos taxistas. O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2019.

De acordo com o advogado assistente de acusação, Getúlio Souza, a audiência é preparatória, que antecede o plenário. A expectativa da acusação é que o ex-corretor de imóveis seja levado à júri popular.

"A gente vai tratar acerca da autoria e materialidade do delito, onde possivelmente o acusado deverá ser pronunciado para ir à plenário. A gente está nessa fase preparatória serão ouvidas todas as testemunhas, bem como o acusado".

Segundo o advogado, está sendo imputado ao acusado o crime de homicídio com duas qualificadoras, o que caracteriza crime hediondo, cuja pena é de 12 a 30 anos.

"A gente espera que após ser levado ao júri popular ele seja condenado com uma pena justa e severa", disse.

Para a audiência, foram arroladas oito testemunhas pelo Ministério Público e pela acusação. A defesa também arrolou oito testemunhas e declarantes. Alguns documentos também foram analisados pelo magistrado. Entre as testemunhas estão alguns familiares, pessoas que presenciaram o fato, o capitão da PM, além do motorista de aplicativo que levava o suspeito no dia do crime.

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