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Audiência de acusado de matar taxista em João Pessoa é remarcada e suspeito segue preso

O advogado não informou a data da continuação da audiência, mas disse que o suspeito segue preso provisoriamente

Por Carlos Rocha

16h00 - Atualizado 19/10/2020 às 16h27

A audiência de instrução do homem suspeito de atirar e matar o taxista Paulo Damião, de 42 anos, em frente a um supermercado no bairro do Bessa, Zona Norte de João Pessoa, foi adiada mais uma vez. A informação foi confirmada pelo advogado Getúlio Souza.

Após dois adiamentos, o encontro deveria acontecer no dia 29 de Abril, no entanto, por conta da pandemia do novo coronavírus, não pôde ser realizada. A expectativa era que a audiência acontecesse nesta segunda-feira (19), mas houve mais um adiamento.

A primeira audiência de instrução deveria acontecer no dia 26 de novembro de 2019. Ela foi adiada para 18 de fevereiro desse ano, três dias após o crime completar um ano. Na época, o motivo do adiamento foi a falta de uma das testemunhas arroladas, um capitão da Polícia Militar que estava em uma missão. A informação foi confirmada pela diretoria do sindicato dos taxistas. O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2019.

No dia 18 de fevereiro houve novo adiamento, dessa vez para 29 de abril, o que não foi possível por conta da pandemia. A remarcação foi para 19 de outubro e, segundo o advogado, houve continuação, mas a audiência também foi suspensa por conta da falta de uma das peritas.

O advogado não informou a data da continuação da audiência, mas disse que o suspeito segue preso provisoriamente.

A audiência

De acordo com o advogado assistente de acusação, Getúlio Souza, a audiência é preparatória, que antecede o plenário. A expectativa da acusação é que o ex-corretor de imóveis seja levado à júri popular.

"A gente vai tratar acerca da autoria e materialidade do delito, onde possivelmente o acusado deverá ser pronunciado para ir à plenário. A gente está nessa fase preparatória serão ouvidas todas as testemunhas, bem como o acusado".

Segundo o advogado, está sendo imputado ao acusado o crime de homicídio com duas qualificadoras, o que caracteriza crime hediondo, cuja pena é de 12 a 30 anos.

"A gente espera que após ser levado ao júri popular ele seja condenado com uma pena justa e severa", disse.

Para a audiência, foram arroladas oito testemunhas pelo Ministério Público e pela acusação. A defesa também arrolou oito testemunhas e declarantes. Alguns documentos também foram analisados pelo magistrado. Entre as testemunhas estão alguns familiares, pessoas que presenciaram o fato, o capitão da PM, além do motorista de aplicativo que levava o suspeito no dia do crime.

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