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Polícia

Justiça nega prisão de ex-funcionário suspeito de estupro em colégio particular de JP

Segundo a delegada da Infância e Juventude, a prisão foi requerida, mas apenas uma medida cautelar foi aplicada

Por Carlos Rocha

15h19 - Atualizado 12/03/2019 às 15h26
Foto Ilustrativa: Reprodução/ Mídia Max

A delegada da Infância e Juventude, Joana D'arc, deu detalhes, nesta terça-feira (12), sobre o inquérito que apura denúncias de estupro dentro de um colégio particular de João Pessoa. Ela afirmou que as crianças vítimas dos abusos são quatro e não apenas três e que há suspeita da participação de um ex-funcionário da instituição no crime.

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Segundo a delegada, foi solicitada a prisão preventiva do ex-funcionário, mas essa solicitação foi negada pela justiça.

Não foi acatado pela justiça e ele recebeu uma medida cautelar, ele comparece em juízo. Ele fica mensalmente para dizer que está na cidade e o inquérito vai seguir o tramite legal até a decisão final. Quando a escola tomou conhecimento do caso ele foi demitido", afirmou a delegada.

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A delegada afirmou ainda que os abusos aconteciam durante as aulas. Uma das crianças afirmou, em depoimento, segundo a delegada, que o ex-funcionário chegava a colocar placas indicando que o banheiro, local apontado como cenário dos abusos, estava interditado para que ninguém entrasse.