quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
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Após cerco policial e negociações, suspeitos de atacar carro-forte na PB se entregam

Com eles, agentes encontraram fuzis, roupas militares, máscaras e coletes

Por Carlos Rocha

17h29 - Atualizado 06/08/2018 às 18h17

Após fazer uma cerco na cidade de Lucena, a fim de prender os suspeitos de terem atacado um carro forte, na cidade de Santa Rita, na manhã desta segunda-feira (6), a polícia conseguiu deter 4 pessoas, que se renderam, por volta das 17h. Com eles, agentes encontraram fuzis, roupas militares, máscaras e coletes.

Os homens estariam escondidos em uma casa e houve troca de tiros durante a ação para capturá-los. Oito advogados estiveram no local participando das negociações para a rendição suspeitos.

Durante as negociações, um dos defensores relatou que a polícia liberou a entrada de dois advogados na casa onde os suspeitos estavam.

A presença da esposa de um deles foi exigida, além da presença da imprensa. Com a mulher, mais três dos advogados chegaram. Após isso, os suspeitos se entregaram e uma perícia começou a ser feita na casa onde estavam.

Policial baleado

Um soldado da Polícia Militar da Paraíba foi baleado no início da tarde desta segunda-feira (06) durante troca de tiros com bandidos. O militar participava de uma ação, junto com equipes do Choque da PMPB, na cidade de Lucena, Litoral Norte do estado.

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A polícia investigava um grupo que pode estar envolvido na explosão a um carro-forte na manhã de hoje na entrada da cidade de Pedras de Fogo. O grupo criminoso estava em uma caminhonete e foi visto pelos policiais entre os distritos de Lerolândia e Bebelândia, em Santa Rita.

Rota de Fuga

Ao perceber a aproximação da PM, eles atiraram contra as viaturas. Os militares reagiram e, na troca de tiros, um dos policiais acabou sendo atingido de raspão por um disparo na mão.

A cidade, na altura da PB-055, foi cercada por volta de 13h e assim permaneceu até às 15h50. Seis pessoas estão em uma residência e indicaram advogados para negociar a rendição com a polícia.

“A granja está cercada. A princípio as negociações estão acontecendo. Tudo indica que haverá uma rendição. Os advogados que forem indicados por eles, nós vamos oportunizar que se aproximem do local, coordenados por nós da polícia”, explicou o tenente-coronel Barros.

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