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Polícia

Assassino teria convidado Daniel para ter relações sexuais com sua mulher, diz testemunha

Segundo a testemunha, Edison teria usado drogas antes de matar o jogador

Por Carlos Rocha

19h39 - Atualizado 08/11/2018 às 19h41
Reprodução/ Gazeta Esportiva

Uma testemunha da morte de Daniel Corrêa, encontrado morto no fim de outubro em um matagal e como pênis decepado, contou que o empresário Edison Brittes, principal suspeito dos assassinato, teria convidado o jogador de futebol para transar com a esposa dele, Cristiana. Segundo o jornal Massa News, que ouviu uma pessoa próxima à família, a situação teria ocorrido momentos antes da morte do atleta.

Ainda de acordo com a testemunha, Edison teria usado drogas antes de matar o jogador, como cocaína e ecstasy. “A família tem direito de saber que Daniel não tentou estuprar ninguém, ele realmente foi inocente na história””, disse a testemunha.

Nesta quinta-feira (8/11), a Polícia Civil do Paraná descartou a hipótese de que Daniel tenha estuprado Cristiana antes de ser morto. Na quarta (7), a Justiça decretou a prisão preventiva de outros três suspeitos, que estavam no mesmo carro que o empresário. Brittes já foi detido.

O crime ocorreu após a festa de aniversário de 18 anos de Allana, filha de Edison e Cristiana. Daniel estava na comemoração, que começou em uma boate de Curitiba, e terminou na casa da família em 27 de outubro. Segundo a polícia, o jogador teria sido espancado na residência e o corpo levado para um matagal por Edison.

O corpo do jogador foi encontrado pela polícia com órgão genital cortado. De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi ferimento por arma branca.