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IPC Maps 2024

Com mais dinheiro, paraibanos têm potencial de consumo 5% maior em 2024

Previsão é de que as famílias da Paraíba gastem cerca de R$ 101,8 bilhões neste ano

Por Juliana Alves Publicado em
Comercio em João Pessoa
Paraibanos aumentam potencial de consumo em 5% (Foto: Reprodução/Secom-JP)

O potencial de consumo dos paraibanos aumentou, e em 2024 a previsão é de que as famílias do estado gastem cerca de R$ 101,8 bilhões com os mais diversos itens de bens de consumo. O dado representa um aumento de 5,25% em relação ao ano passado, quando os paraibanos desembolsaram R$ 96,7 bilhões. A informação é da Pesquisa IPC Maps 2024.

Com crescimento, o estado saiu da 18ª para a 17ª posição no ranking nacional de consumo. O desenvolvimento ganha ainda mais destaque no cenário da região Nordeste, uma vez que caiu uma posição em relação ao levantamento de 2023.

O incremento de mais de R$ 5 bilhões no consumo das famílias paraibanas reflete uma recuperação econômica pós-pandemia e um fortalecimento do poder de compra da população.

Dinheirofotomarcossantos
(Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Em entrevista ao Portal T5, Marcos Pazzini, responsável pelo estudo, explicou o que esse crescimento representa. "De cada R$ 100 gastos pelos brasileiros no ano passado, R$ 1,32 foi responsabilidade da população da Paraíba. Em 2024 esse número é de 1,39. Essa subida de R$ 0,07 parece pouco, mas no contexto nacional para alguém crescer outro perdeu. É um crescimento real, que representa R$ 5 bilhões a mais no bolso da população da Paraíba”, explicou.

De acordo com o IPC Maps 2024, as maiores despesas das famílias paraibanas são com habitação, alimentação e veículo próprio.

Habitacao governo federal
(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Brasil

No cenário nacional houve um crescimento de 2,5% no potencial de consumo. O incremento ainda é baixo em comparação ao observado em 2023 (de 3,1%) e em 2022 (de 4,3%) mas, ainda assim, a pesquisa mostrou que o Brasil está se recuperando no cenário pós-pandêmico.

“Até 2019, nossa economia crescia a passos bem lentos, na média de 1% ao ano. Em 2020, veio a Covid-19 e derrubou brutalmente a economia mundial como um todo e, depois disso, o Brasil felizmente conseguiu se levantar e passou a apresentar índices maiores de crescimento”, avalia Marcos Pazzini.



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