terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
Busca

Paraíba

Paraíba

Primeira reunião do Gaeco do MPF na Paraíba acontece nesta sexta (14)

Órgão assume investigações de combate à corrupção no estado

Por Redação Portal T5

08h40 - Atualizado 14/02/2020 às 08h44
Ministério Público Federal, na Paraíba.
Ministério Público Federal, na Paraíba. Foto: Reprodução/Internet

A primeira reunião do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba será realizada nesta sexta-feira (14) em João Pessoa. O encontro servirá para os seis procuradores nomeados traçarem metas e planejarem a atuação do grupo para os próximos dois anos.

Nesta semana, seis procuradores do órgão foram nomeados para assumir as funções de prestar auxílio aos procuradores naturais na investigação e persecução de crimes praticados por organizações criminosas e na eventual repercussão civil na improbidade administrativa desses crimes; atuar nos casos em que o procurador-geral da República determinar a intervenção, em virtude de incidente de segurança envolvendo membros ou servidores; e proceder à coleta e análise de informações de inteligência.

Tratam-se de Tiago Misael (coordenador, que atua na região de Patos), Victor Veggi e Antônio Edílio Magalhães (que atuam na região da capital João Pessoa), além de Bruno Barros e Bruno Galvão (Campina Grande) e João Raphael (de Guarabira).

Segundo o coordenador, Tiago Misael, “a criação do Gaeco/MPF/PB vem ao encontro da aspiração de diversos procuradores da República que crescentemente se ressentem de uma atuação integrada e coordenada na investigação e persecução penal da criminalidade organizada que, não raras vezes, renova-se em esquemas cada vez mais sofisticados”. O procurador salienta que, “atuando de forma isolada, em ilhas de investigação e persecução, cada procurador da República somente possui conhecimento sobre os fatos que existem no seu âmbito de atribuição, nunca acessando o panorama completo e, às vezes, contentando-se com sucessos parciais que somente atingem os níveis mais baixos da hierarquia criminosa. Atuando dessa forma, o MPF dificilmente chegará ao topo das organizações e estará, apenas parcialmente, cumprindo sua missão constitucional”.