sexta-feira, 27 de novembro de 2020
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Estudo da UFPB analisa estratégias de enfrentamento à desinformação na pandemia

Projeto foi um dos 90 selecionados em chamada pública do CNPq

Por Carlos Rocha

23h00 - Atualizado 13/10/2020 às 22h14

Estudo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está analisando as estratégias de enfrentamento à desinformação durante a pandemia do novo coronavírus no Brasil. O projeto foi um dos 90 selecionados em chamada pública do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

No Nordeste, o estudo da federal paraibana foi a única da área de comunicação aprovada pela entidade ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações para incentivo à pesquisa no Brasil.

O projeto "Interface comunicação-saúde no combate à pandemia da covid-19: gestão de conteúdo nas mídias sociais, combate a fake news e agendamento midiático" é coordenado pela professora Sandra Raquew Azevêdo, do Departamento de Jornalismo da UFPB.
Especificamente, o projeto analisará a construção de estratégias de comunicação pautadas nas relações fonte-jornalistas, observando a gestão de conteúdo para as mídias sociais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde da Paraíba.

“Nesse projeto de pesquisa, a gente vai poder identificar essas estratégias de melhor gestão de conteúdo e tentar contribuir para formulação de estratégias de comunicação eficientes na saúde pública e que sejam capazes de enfrentar a disseminação de notícias falsas”, conta a professora da UFPB.

Além da docente, o projeto tem a participação de seis alunos do curso de Jornalismo da federal paraibana e integra as atividades do Observatório do Jornalismo no Semiárido, do Grupo de Pesquisa em Jornalismo, Gênero e Educomunicação da UFPB.

O projeto de pesquisa foi apresentado, na semana passada, no Seminário Marco Zero, o primeiro de avaliação dos projetos contemplados na chamada para enfrentamento da Covid-19, a fim de aproximar as áreas técnicas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, do Ministério da Saúde e do CNPq com os pesquisadores.