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Primeiro instituto do envelhecimento da América Latina é implementado em João Pessoa

De acordo com a UFPB, o espaço é o primeiro desse eixo temático na América Latina, no âmbito das universidades públicas.​

Por Redação Portal T5

09h41 - Atualizado 15/04/2019 às 15h20
Foto: Ascom/UFPB

O Instituto Paraibano do Envelhecimento será inaugurado no dia 26 de abril no Campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa. De acordo com a instituição, o espaço é o primeiro desse eixo temático na América Latina, no âmbito das universidades públicas.

Segundo o órgão, o instituto foi criado com o objetivo de promover a saúde de idosos, por meio da atenção básica e de atividades socioeducativas e intergeracionais gratuitos, oferecerá atendimento médico, fisioterápico, odontológico e de outras especialidades; práticas esportivas e lúdicas; cursos de música, de dança e de idioma e terapias alternativas e complementares, em 13 salas e amplo espaço ao ar livre.

Professores, estudantes e técnico-administrativos dos Centros de Ensino dos quatro campi da UFPB e do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) estarão envolvidos com a iniciativa, que unirá ensino, pesquisa e extensão, em parceria com Estado e municípios.

O órgão, aprovado em 2015 pelo Conselho Universitário (Consuni) da UFPB e idealizado pela pesquisadora da UFPB Antônia Leda Oliveira Silva, será financiado por órgãos de fomento. Já tem parcerias com universidades estrangeiras como as de Málaga (Espanha), Nacional de Luján (Argentina) e Connecticut (Estados Unidos). E convênios, a exemplo dos firmados com as de Pádua (Itália) e de Évora (Portugal).

Graduação e pós em Gerontologia

Na UFPB, encontra-se planejados criação e funcionamento do curso de graduação em Gerontologia, o primeiro das regiões Norte e Nordeste. Atualmente, estão em atividade o Programa de Pós-graduação em Gerontologia, na modalidade Mestrado Profissional, e projetos de especializações na área.

O curso de Mestrado Profissional em Gerontologia teve início em 2016. Até agora, duas turmas foram concluídas, qualificando 49 pesquisadores, nas linhas pesquisa “Envelhecimento e tecnologias inovadoras para o cuidado à pessoa idosa” e “Políticas e práticas na atenção à saúde e envelhecimento”.

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