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Audiência do acusado de matar Luanna Alverga é adiada para 2019

A sessão ocorreria nesta sexta (9), mas foi suspensa pela ausência de uma testemunha de acusação

Por Redação Portal T5

16h05
A audiência iria acontecer no Fórum Criminal de João Pessoa, mas foi suspensa e adiada para 2019
A audiência iria acontecer no Fórum Criminal de João Pessoa, mas foi suspensa e adiada para 2019 Imagem: TV Tambaú

Aconteceria nesta sexta-feira (9), no Fórum Criminal de João Pessoa, a audiência de instrução de Yuri Ramos Coutinho Nóbrega, acusado de matar com um tiro de arma de fogo a namorada Luanna Alverga, de 20 anos, no dia 23 de julho do ano passado. A sessão, porém, acabou sendo suspensa e adiada em função da ausência de uma testemunha de acusação.

A audiência de instrução ocorre com a presença das duas partes e tem o objetivo de produzir provas orais e debater a causa, para que o juiz possa ter mais embasamento para decidir a sentença. Nesse caso específico, a responsável é a juíza Francilucy Rejane Sousa Mota, que remarcou a sessão para o dia 12 de abril de 2019, porque não era possível ouvir as demais testemunhas antes de escutar a que não compareceu.

“Faz um ano e quatro meses que eu espero a resolução desse caso, e sempre é assim, devagar. Ele está solto né, e a gente é quem fica a mercê das coisas que acontecem nesse país”, declarou em entrevista à TV Tambaú nesta sexta Luis Antônio, pai de Luanna.

Launna Alverga tinha 20 anos quando morreu com um tiro na cabeça, em 2017
Launna Alverga tinha 20 anos quando morreu com um tiro na cabeça, em 2017 Imagem: Reprodução/TV Tambaú

Entenda o caso

Luanna Alverga foi morta com um tiro de espingarda na cabeça durante uma festa na casa da família do namorado, no bairro do Róger, na capital paraibana.

Na época, Yuri Ramos Coutinho Nóbrega se apresentou como autor do disparo, alegando ser acidental. Em depoimento, o acusado que a namorada foi ao banheiro de um quarto que fica nos fundos da residência e ele a acompanhou.

No local, Yuri teria pego a arma para mostrar a jovem e, segundo contou, ele pensava que o objeto estava com defeito. Após investigações e a reconstituição do crime, a polícia concluiu que o tiro que matou Luanna não foi disparado acidentalmente.

Em agosto de 2017, um alvará de soltura foi expedido pela juíza titular do 2º Tribunal do Júri de João Pessoa pedindo a soltura do acusado. O jovem cumpriu prisão preventiva desde que se apresentou à delegacia até a decisão judicial, e está em liberdade até o momento.

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