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40% encontram dificuldades em definir a melhor forma de guardar dinheiro para aposentadoria

O levantamento aponta que 88% dos entrevistados que se preparam ativamente para a aposentadoria afirmam fazer adaptações no orçamento para garantir que a reserva seja suficiente

Por Redação Portal T5

05h00 - Atualizado 13/07/2018 às 06h57

Manter o padrão de vida durante a aposentadoria é o desejo de muito brasileiros, principalmente entre os que se preparam para essa fase. Mas para isso, algumas vezes é necessário abrir mão de gastos supérfluos ou abrir mão de algum sonho de consumo. É o que revela pesquisa realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O levantamento aponta que 88% dos entrevistados que se preparam ativamente para a aposentadoria afirmam fazer adaptações no orçamento para garantir que a reserva seja suficiente.

Seis em cada dez (59%) entrevistados que se preparam de forma ativa para a aposentadoria afirmam ter sido fácil escolher a forma adequada de guardar dinheiro , sendo que 39% mencionam possuir conhecimento necessário e 20% citam que tiveram ajuda de um especialista. Por outro lado, 40% consideram a decisão difícil, sobretudo pelas inúmeras opções disponíveis no mercado (21%) e pela falta de conhecimento das possibilidades de poupar (20%).

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Quando questionados sobre a maneira de mensurar o valor a ser guardado para manter o padrão de vida no futuro, 41% afirmam ter calculado a quantia necessária, enquanto 59% não fizeram essa conta — percentual que sobre para 62% nas classes C, D e E. Considerando apenas os que realizaram algum tipo de cálculo, 42% fizeram um levantamento do padrão de vida desejado com a ajuda de simuladores na internet ou aplicativos. Ao passo que 42% calcularam manualmente.

Levando em conta os que não fizeram algum tipo de cálculo, 47% guardam como podem, sem saber ao certo se a quantia será suficiente. Outros 26% acreditam que o valor é suficiente, mesmo sem ter feito cálculo algum; e 25% afirmam pagar somente a previdência social (INSS) para garantir o mínimo de sustento.

“O ideal é que a pessoa complemente a contribuição feita ao INSS com outro tipo de reserva financeira, desde o início da vida profissional – assim consegue diluir a quantia ao longo do tempo. Esta é a melhor maneira de ter um valor suficiente para se manter durante a aposentadoria. Quanto mais alto for o padrão de vida desejado, maior deve ser o valor mensal a ser poupado”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil e do Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli.