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Torcedora fanática do Treze cumpre promessa pelo acesso e tatua nome do clube

A assessora parlamentar Amanda Queiroga ainda prometeu uma nova tatuagem do Galo independente do título da Série D.

Por Vitor Feitosa

22h14 - Atualizado 31/07/2018 às 22h23
Amanda é declaradamente fanática pelo Treze, o Galo de Campina Grande
Amanda é declaradamente fanática pelo Treze, o Galo de Campina Grande Foto: Acervo/Amanda Queiroga

Na noite da última segunda-feira (31), o Treze saiu da Arena Castelão, em Fortaleza, derrotado por 3 a 0 pelo Ferroviário, na primeira partida da grande final da Série D 2018, e viu o primeiro título nacional de sua história – oficialmente - ficar mais distante.

Independente do resultado na decisão do torneio, o Galo já alcançou uma grande conquista na temporada: o acesso à Série C do Brasileirão, após ultrapassar a fase de quartas de final da Série D. E claro que o simples fato de subir de divisão deixou a torcida alvinegra em êxtase, ao ponto até de fazer promessas inusitadas.

Um exemplo disso foi a estudante de Jornalismo e assessora parlamentar Amanda Queiroga, de 35 anos, declaradamente fanática pelo Treze. Junto com amigos em um grupo de WhatsApp, a torcedora prometeu que, caso o time conseguisse o acesso, faria uma tatuagem com o nome do clube.

Dito e feito. Segundo Amanda, poucos dias depois do Treze sacramentar a classificação à Série C, no último dia 8 de julho, com uma vitória por 3 a 1 sobre o Caxias fora de casa, ela foi a um estúdio para cumprir com a palavra. “Eu prometi do nada que se o Treze subisse faria uma tatuagem. Subiu, e aí na outra semana eu já fui marcar e fazer”, explica a torcedora alvinegra, que tatuou o nome “Treze Futebol Clube” no braço esquerdo, com o número “13” envolto por um coração ao lado.

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Tatuagem feita por Amanda no braço com o nome do Treze
Tatuagem feita por Amanda no braço com o nome do Treze Foto: Acervo/Amanda Queiroga

Essa não foi a primeira tatuagem da futura jornalista, que também garante não ser a última. Amanda diz que com ou sem título, pretende deixar na pele mais uma homenagem ao time do coração, tatuando um “galinho” alvinegro, em referência ao mascote da equipe.

Claro que, sabendo como é o futebol, a desvantagem no primeiro jogo da final não a desanimou. Presente na Arena Castelão para acompanhar a partida, após 11 horas de viagem entre Campina Grande e Fortaleza, a assessora parlamentar declara que ainda acredita em uma reviravolta do Galo sobre o Ferrão.

“Quem morre de véspera é peru. Contra o Ulbra, em 2005, pela Copa do Brasil, nós perdemos de 3x0 deles e fizemos 5x0 em casa, então não tem nada perdido. Enquanto houver 1% de chance iremos acreditar”, completa.

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