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Advogado de CR7 diz que provas em acusação de estupro foram ‘fabricadas’

O caso veio à tona na semana retrasada, quando a revista alemã Der Spiegel publicou uma entrevista com Kathryn Mayorga.

Por Redação Portal T5

07h01 - Atualizado 11/10/2018 às 09h43

Duas semanas após ser acusado de ter estuprado a modelo norte-americana Kathryn Mayorga, a defesa de Cristiano Ronaldo se pronunciou. O advogado contratado pelo atacante da Juventus, Peter Christiansen, declarou nesta quarta-feira (10) que as evidências citadas pela imprensa sobre o caso foram “completamente fabricadas”. Segundo ele, o encontro entre o craque e a modelo foi consensual.

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O caso veio à tona na semana retrasada, quando a revista alemã Der Spiegel publicou uma entrevista com Kathryn Mayorga, onde ela acusava Cristiano Ronaldo de a ter estuprado em 2009, em Las Vegas. O português se defendeu e disse estar com a consciência tranquila, e aJuventus mostrou apoio a seu jogador. Por outro lado, patrocinadores do craque se mostraram preocupados e ameaçaram se distanciar.

De acordo com comunicado divulgado por Peter Christiansen, os documentos mencionados pela imprensa sobre o suposto estupro foram “alterados” antes de serem “publicados irresponsavelmente” O advogado garantiu que as evidências foram roubadas de um escritório de advocacia por hackers e, então, colocadas à venda.

“Ronaldo está acostumado a ser alvo da atenção da imprensa, que acompanha o fato de ser famoso. Mas é absolutamente deplorável que qualquer veículo da mídia suporte ou prolongue uma campanha de difamação deliberada e elaborada com base em roubo e documentos digitais facilmente manipulados”, afirmou.

De acordo com Kathryn Mayorga, Ronaldo a obrigou a ter relações com ela em um quarto de hotel em Las Vegas, há nove anos. A norte-americana ainda afirmou que o astro a ofereceu US$ 375 mil (cerca de R$ 1,4 milhão pela cotação atual) para que ela não tornasse o caso público. No comunicado divulgado nesta quarta, Christiansen admitiu a realização de um acordo entre Ronaldo e Kathryn Mayorga em 2010, mas sem citar valores. Com informações de Agência Estado.

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