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Líder de grupo terrorista revela plano para matar Bolsonaro, diz revista

Os detalhes do suposto ataque foram apresentados em uma entrevista com o líder da SSS divulgada pela revista Veja nesta sexta-feira (19).

Por Redação Portal T5

10h00

O presidente Jair Bolsonaro pode ser alvo de um ataque terrorista por parte de um grupo que já praticou, no mínimo, três atentados em Brasília. Eles são intitulados “Sociedade Secreta Silvestre (SSS)” e são caçados pela Polícia Federal há seis meses. O grupo se apresenta como a vertente brasileira do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), organização responsável por cometer diversos ataques a políticos e empresários ao redor do mundo.

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Os detalhes do suposto ataque foram apresentados em uma entrevista com o líder da SSS divulgada pela revista Veja nesta sexta-feira (19). O diálogo foi feito através da deep web, a camada da internet muitas vezes associadas à conteúdos ilegais, que não pode ser acessada através de meios tradicionais de busca.

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O líder do grupo, autointitulado como Anhagá, diz ter entre 20 e 30 anos, ser do sexo masculino e revela ser um defensor da natureza. Seu nome fictício quer dizer “espírito que protege os animais, em tupi-guarani”. De acordo com ele, a motivação para o ataque é porque “Bolsonaro e sua administração tem declarado guerra ao meio ambiente.”

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A Polícia Federal revela em inquérito que o grupo continua cometendo ataques extremamente graves e mostrando “profusão de ideias violentas e extremistas, além de divulgar ameaças contra a vida do Bolsonaro”.

Posse

Anhagá revela que o plano deveria ter sido executado no dia da posse presidencial, no dia 1º de janeiro, mas a ação foi adiada pelo forte esquema de segurança. “Vistoriamos a área antes. Mas ainda estava imprevisível. Não tínhamos certeza de como funcionaria”, diz o terrorista. Na ação seriam usadas bombas e armas, e teria como alvos Bolsonaro e sua família.

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Alvos

Outros alvos de atentado são o ministro do meio ambiente Ricardo Salles e a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. “Salles é um cínico, e não descansará em paz, quando menos esperar, mesmo que saia do ministério que ocupa, a vez dele chegará. [Damares] se tornou a cristã branca evangelizadora que prega o progresso e condena toda a ancestralidade.

Antecedentes

O grupo é acusado de colocar uma bomba em frente a uma igreja católica a 50 quilômetros do Palácio do Planalto, em dezembro, e em abril, por explodir dois carros do Ibama em um posto do órgão em Brasília. O grupo exibiu os materiais utilizados na web e assumiu a responsabilidade pelos ataques.

JC Online