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Procurador da PB defende que exército monitore a circulação de munições

"rastreamento efetivo é providência imprescindível no combate ao tráfico ilícito de munições", destacou.

Por Redação Portal T5

16h11
Imagem: Reprodução / EPTV

As investigações comprovaram que na execução da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) munições de ilegais foram utilizadas. O lote teria sido o mesmo de um utilizado em um assalto no interior da Paraíba. De acordo com o procurador da República Antônio Edílio Magalhães Teixeira, do Ministério Público Federal da Paraíba, o exército deve manter controle e rastreabilidade das munições vendidas no Brasil.

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Os estojos com marcações de UZZ18, são de fabricação da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), e pertenciam à Polícia Federal (PF).

Para Antônio Edílio Magalhães, é preciso que a portaria do Ministério da Justiça datada em 2004 seja atualizada. O procurador defende que deve haver “marcação identificadora (pelo número do lote) nos estojos de todas as munições, independente do calibre e de quem seja o adquirente, observadas, no que puder colaborar para o maior controle”.

Antônio destacou que o “rastreamento efetivo é providência imprescindível no combate ao tráfico ilícito de munições - e que sua ausência fortalece a ação criminosa em todo o território nacional”e “cabe destacar que o Brasil, apesar de todas as críticas que têm surgido acerca do assunto, é um dos poucos países, se não for o único, que possuem controle de rastreamento na munição fabricada”, completou.

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